quarta-feira, 16 de junho de 2010

Carlos César apela à conjugação de esforços no combate à crise



O Presidente do Governo dos Açores reafirmou esta tarde que “o importante é fazer com que esta crise tenha consequências gravosas menores, na nossa região, e que esta crise seja ultrapassada mais depressa na nossa região do que nas outras”, o que, na sua opinião, seria uma grande vitória para o Governo e os partidos políticos representados na Assembleia Regional.

Carlos César falava, exactamente, no parlamento açoriano, no momento em que se discutia um projecto de decreto legislativo, apresentado pelo Partido Socialista, sobre incentivos e fomento à empregabilidade nos Açores.

Recordou que havia chamado a atenção, há pouco mais de um ano, para as dificuldades que ainda atingiriam ao Açores, mas que se manifestara convicto de que a crise – tendo chegado mais tarde aos Açores – iria terminar mais cedo no arquipélago.

O governante acrescentou que – sendo justo dizer que, num contexto de grandes dificuldades a nível internacional, não há nada de verdadeiramente excepcional no que de negativo acontece nos Açores – a verdade é que a Região se comportou melhor do que muitas outras regiões e, até, do que alguns países.

Para Carlos César, Governo Regional tomou todas as medidas de combate à crise que entendeu adequadas, não aceitando como justas as críticas de que o seu executivo não tenha aceite sugestões feitas por outros partidos que não aquele que o suporta no parlamento. Simplesmente, explicou, essas propostas, não eram boas, quer por já estarem em execução medidas semelhantes, quer por não competir ao Governo a sua execução.

Por outro lado, garantiu que os departamentos governamentais acompanham diariamente a situação de pessoas e famílias com dificuldades referenciadas, assegurando que as famílias açorianas sabem dos problemas que encontram, por exemplo, no acesso ao crédito bancário, mas também sabem que podem contar com o Governo.

“É que temos tido um Governo que tem estado ao lado das famílias, ao lado das empresas, a assegurar tudo o que é possível assegurar e a aguardar que, na retoma da nossa vida económica, retomemos também o ritmo de crescimento e de progresso que estávamos a viver antes desta crise internacional que também chegou aos Açores”, frisou. Carlos César.

O Presidente do Governo manifestou-se convicto de que “isso vai acontecer, para alegria de todos nós, mas sobretudo para alegria daqueles que acreditam que governar os Açores é construir e que ajudar a governar os Açores não é destruir, como alguns partidos da oposição fazem. Alguns, digo. Não todos.”



GaCS/CT

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