sábado, 14 de novembro de 2009

Louro tóxico expande-se nos Açores


A diferença entre o louro fino, utilizado na cozinha, e o louro da terra, com toxinas, é cada vez mais dificil de detectar.

Durante anos foi fácil distinguir os dois tipos de louro: o fino, ultilizado na culinária, e o louro da terra, prejudicial à saúde.


A mistura engana até os mais entendidos, e o louro híbrido já ocupa um vasto espaço nos Açores.

A dificuldade de distinção acentua-se quando a folha está seca.

As toxinas e substâncias cancerígenas concentram-se nas nervuras da planta. Ao louro fino é-lhe retirado o centro para a utilização na culinária, o que não representa grande quantidade dos elementos tóxicos.

Já no louro da terra, ou na mistura entre os dois, as nervuras estão espalhadas pela folha, sendo maior o consumo de toxinas mesmo com a remoção do centro.

O louro fino pode trazer uma sensação de bem-estar e ajudar na digestão. Já o maléfico pode contribuir para graves problemas de saúde.

É preciso lembrar que todos são tóxicos, mas na necessidade de ultilizar, que seja o menos prejudicial.

Algumas pessoas podem ser imunes às toxinas existentes na planta aromática, mas outras podem ser mais sensíveis a nível do aparelho digestivo e ter vários problemas de saúde.

A solução é adquirir louro embalado e certificado.

Reportagem vídeo:Nuno Neves, Telejornal.

Fonte: RTP

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