segunda-feira, 14 de abril de 2014

Vasco Cordeiro defende maior aproveitamento da vinha para criar mais emprego e riqueza

O Presidente do Governo defendeu hoje a necessidade de os Açores aproveitarem cada vez mais o potencial que o setor da vinha e do vinho ainda apresenta para a criação de riqueza e de emprego, estimando-se que a Região disponha de cerca de 1.400 hectares de área que pode ser recuperada para produção.

“É um potencial imenso que urge aproveitar e que pode ser transformado num fator de valorização da nossa Agricultura e da nossa economia e que depende da capacidade que todos nós tivermos de o aproveitar e de o colocar ao serviço do nosso desenvolvimento e da criação de riqueza e de emprego”, afirmou Vasco Cordeiro, no primeiro dia da visita estatutária à ilha Graciosa.

O Presidente do Governo falava na cerimónia de lançamento da primeira pedra das obras de ampliação e remodelação da Adega Cooperativa da Graciosa, um investimento de mais de um milhão de euros apoiado pelo PRORURAL, que visa melhorar a capacidade de laboração, quer na componente vitivinícola, quer em relação a outros produtos, como a meloa e o alho.

Vasco Cordeiro frisou que a Região apresenta um grande potencial por explorar na área dos recursos que produz, sendo o seu aproveitamento um objetivo estratégico da ação do Governo, desde logo, na Agricultura, nas áreas da vitivinicultura e da hortofrutifloricultura.

“A genuidade dos produtores açorianos é algo a que precisamos de aliar a inovação, a tecnologia, a experimentação e a qualidade”, defendeu Vasco Cordeiro, assegurando que é esta a estratégia do Executivo para o setor da vinha e do vinho, desenvolvendo ainda mais a medida que consta da Agenda Açoriana para a Criação de Emprego e Competitividade Empresarial e que já está a ser implementada.

Para isso, o Governo dos Açores está a desenvolver medidas e ações concretas que passam pela recuperação das áreas da vinha, pela formação, pela criação de novos campos de multiplicação, para que seja disponibilizado o material para as castas tradicionais dos Açores.

Relativamente às obras de ampliação e remodelação da Adega Cooperativa, o Presidente do Governo salientou que se trata de um “investimento a pensar no futuro e que não pode ser entendido como um ponto de chegada”.

“O Governo apoia este projeto e este investimento para que se reforcem as condições de competitividade do tecido produtivo da Graciosa, para a criação de riqueza e emprego nesta ilha”, afirmou Vasco Cordeiro.

Nesse sentido, o Presidente do Governo adiantou que este investimento assenta numa parceria que implica contrapartidas, quer de procedimentos, quer de resultados, assim como de responsabilidade da Adega Cooperativa e dos seus associados na correta aplicação das verbas e eficiente gestão e no fornecimento na matéria-prima.

Outra ideia inerente a este apoio do Governo dos Açores é o cumprimento dos objetivos do investimento, nomeadamente a criação das condições para que possa gerar mais riqueza e mais emprego na Graciosa, salientou Vasco Cordeiro.

Anexos:Fotos: GaCS/JAR


GaCS

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